Mais uma vez percorremos Tua espiral ao encontro do nosso deserto. E então, refazemos Tua história e assim retomamos nosso caminho.
Ela é a consiência do "si" (de si), a borda circular do espelho, é o círculo, a pele, o que distingue o interior do exterior, o ser do seu reflexo, o Eu do Tu, a parte do todo. Sem ela não haveria a consciência da parte, nem do todo. É o círculo de fogo e a consciência da criação.

Nenhum comentário:
Postar um comentário